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Contratar uma banda do calibre do The Strokes para um show no Brasil é o sonho de muitos produtores de eventos. No entanto, transformar esse sonho em realidade envolve um investimento financeiro monumental. Se você busca um número direto, prepare-se: o valor vai muito além do que se imagina.
A pergunta principal é: qual o cachê do The Strokes? Embora os valores sejam confidenciais e negociados caso a caso, a estimativa para uma banda de seu status, especialmente como headliner de grandes festivais, situa-se entre 500 mil e 1.5 milhão de dólares. Na cotação atual, isso se traduz em algo entre R$ 2,6 milhões e R$ 7,8 milhões, apenas pelo cachê.
Mas esse é só o começo. Nos próximos parágrafos, vamos detalhar todos os outros custos que podem dobrar ou até triplicar esse valor final. Você vai entender por que produzir um show internacional é uma operação tão complexa e cara.
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O cachê é a remuneração direta para a banda pela sua performance. Para um nome como The Strokes, consolidado como uma das maiores bandas de rock do século XXI, esse valor é elevado por diversos fatores: demanda global, status de headliner, exclusividade de datas e o poder de atrair dezenas de milhares de fãs.
Um erro comum de produtores iniciantes é focar apenas no cachê. Na realidade, os custos de produção (conhecidos como ‘production costs’) são igualmente significativos e obrigatórios. Vamos detalhar os principais.
Trazer a banda e sua equipe para o Brasil é uma operação logística complexa. Estamos falando de dezenas de pessoas.
O ‘rider’ é um documento contratual com todas as exigências da banda. Ele é dividido em duas partes e não é negociável em seus pontos essenciais.
👉 Truque de produção: Analisar o rider técnico antes de fechar o contrato é fundamental para garantir que a estrutura local possa atender às demandas sem custos extras inesperados.
Esses são os custos para ‘colocar o show de pé’ no local escolhido.
Como disse um renomado produtor de eventos: ‘O cachê do artista é o seu ingresso para um jogo muito mais caro. O desafio real é bancar todo o resto e ainda ter lucro.’
Somando tudo, o custo total para um único show do The Strokes em uma grande arena no Brasil pode facilmente ultrapassar a marca de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões. Para que o evento seja lucrativo, o produtor precisa vender de 30 a 50 mil ingressos com um ticket médio elevado, além de contar com patrocínios robustos.
Essa é a razão pela qual bandas desse porte geralmente vêm ao Brasil no contexto de grandes festivais, que conseguem diluir esses custos enormes entre vários patrocinadores e dias de evento.
O cachê estimado do The Strokes varia entre 500 mil e 1.5 milhão de dólares. Convertendo para a nossa moeda, o valor fica entre R$ 2,6 milhões e R$ 7,8 milhões, dependendo do tipo de evento, localização e negociação.
Todos os custos de produção, incluindo passagens, hotel, transporte de carga, aluguel de equipamentos (conforme o rider técnico) e estrutura do evento, são de responsabilidade do contratante, ou seja, do produtor de eventos local.
Para o produtor do festival, sim. Embora o cachê de headliner seja alto, os custos de estrutura, marketing e equipe são diluídos entre várias atrações e dias de evento. Para um produtor solo, arcar com 100% dos custos para um único show é um risco financeiro muito maior.
O contato é feito através das agências de booking internacionais que representam a banda. No caso do The Strokes, a representação principal é feita por grandes agências como a WME (William Morris Endeavor). Produtoras brasileiras estabelecidas já possuem relacionamento com esses agentes.
Trazer o The Strokes ao Brasil é uma operação complexa que exige não apenas um capital milionário, mas também uma expertise profunda em produção de eventos internacionais. O cachê, que varia de R$ 2,6 a R$ 7,8 milhões, é apenas o ponto de partida para um investimento total que facilmente supera os R$ 10 milhões.
Para produtores e fãs, entender essa estrutura de custos ajuda a contextualizar o valor dos ingressos e a magnitude de realizar um show desse porte. É um negócio de alto risco, movido pela paixão pela música e pela recompensa de criar uma experiência inesquecível para milhares de pessoas.
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