
Para Julh’ana, a arte sempre foi um portal. Criada em um ambiente turbulento, encontrou na música um meio de acessar suas camadas mais profundas e dar voz para o que sente. Suas músicas abordam temas como machismo, ser mulher, preconceitos, a relação com a natureza e a importância de viver — e não apenas sobreviver —, se inspirando tanto em experiências pessoais quanto nos milhares de relatos de ex pacientes nos últimos 15 anos em que atuou na área da saúde.
Autodidata, constrói composições com forte veia poética e uma sonoridade que atravessa estilos como folk, rock progressivo, rap, samba, pop, baião, jazz e até elementos eletrônicos. Suas melodias, ricas em fingerstyle, criam um conjunto delicado com sua voz leve e macia. Com um repertório construído durante os últimos 20 anos, grava suas músicas em seu home estúdio, sendo responsável pelo processo como um todo: gravação, composição e arranjos. Recebeu recentemente diagnóstico de Altas Habilidades e Superdotação, que costuma ter invisibilidade na população feminina. Relata que compor sozinha tem sido um alívio em meio à sobrecarga das interações sociais.
Para acessar seu trabalho e acompanhar seus lançamentos, acesse:
https://julhana.bandcamp.com/
Instagram: @julhsons
Mistura elementos do rock, prog, rap, samba, baião, mpb, eletrônico, folk, jazz, funk e pop
Apesar de preferir apresentações intimistas, acredita que a internet pode expandir sua música de forma confortável e acessível. No Spotify, seu primeiro single foi lançado em 1º de agosto de 2025. Um álbum completo está previsto para 2026.
Julh'ana
Esteio, RS, Brasil